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Você já pensou no Nome de Deus?

Você já pensou no Nome de Deus? Nos vários nomes que Ele tem? Pode ser que sim, pode ser que não, encontramos pelo menos 9 Nomes próprios de Deus, que apontam para a Sua Magnitude, Majestade, soberania, e 10 nomes compostos que apontam para a sua ação a favor de Sua mais querida criação, o homem.

Mas será que este homem tem conhecimento disto? Será que isto é importante para ele? Poucos se importam com isto, suas ocupações com os negócios desta vida ou com o que vulgarmente podemos chamar de “procurar pelo em ovo”, com o criar celeumas, ou mesmo se envolver em discussões tolas que não levam a nada, o impedem de meditar na grandiosidade do Deus que ele serve.

Sempre houveram tempos difíceis, mas penso que os últimos dias, os quais apontam mesmo para o final de todas as coisas, tem se mostrado piores, temos visto uma superficialidade de vida cristã travestida de profundidade, com aparência de santidade, revestida de uma capa que pelo menos por um tempo parece conseguir esconder as verdadeiras intenções das mentes e corações. As Escrituras são simples, o que elas revelam está claro, o que não revela está claro também, é apenas citado, o mais interessante é que as pessoas tem procurando se ocupar com o não revelado, e deixam de lado o que o apostolo Paulo chamou de “princípios elementares dos ensinos de Cristo”.

Nos tempos em que Deus esteve entre os homens na pessoa de Seu Filho Jesus Cristo, existiam dois grupos de religiosos denominados escribas e fariseus, estes viviam caçando encrencas, sempre procurando fraquezas na muralha dos outros enquanto as suas estavam com tremendas rupturas. Ao longo dos tempos estes catedráticos fizeram discípulos, e estes, chegaram até nós travestidos de uma roupagem moderna. O conhecimento é importante, necessário, mas nada está acima do Senhor e de Sua Palavra, nada pode suplantar os ensinos trazidos pelo Espirito Santo nas Escrituras, quando muito, estes eruditos podem concordar com elas, jamais criar novas ideias sobre o que já está revelado!

Creio que o seu papel é ajudar a elucidar aquilo que aqueles que tem um pouco menos de conhecimento encontram dificuldades para compreender, não criar dúvidas ou colocar em dúvida o que já está revelado. A história está cheia de pessoas que Deus usou por meio do conhecimento para ajudar muitos a chegar aos pés de Cristo, mas também traz um bom número dos que com o “seu conhecimento” ajudar a afastar os que já estavam no caminho! Josué chegou num ponto em que chamou o povo a razão, colocou diante deles a realidade no cap. 24:15 de seu livro, deixou com eles a decisão de servir ao Senhor ou aos ídolos que estavam acostumados a reverenciar.

Creio que estamos chegando neste ponto, hoje acredito que temos de escolher a quem vamos reverenciar, se aos eruditos e seus escritos que temos em alta estima, ou ao Senhor que deu a todo erudito a capacidade de produzir algo, embora posso afirmar sem medo de errar que uma boa parcela destes eruditos já ultrapassaram o limite da glória nos corações de seus admiradores, pois estes sabem mais sobre eles do que sobre o Deus que os permitiu serem o que são. Voltemos as Escrituras! “Conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor; a sua saída, como a alva, é certa; e ele a nós virá como a chuva, como a chuva serôdia que rega a terra. Pois misericórdia quero, e não sacrifícios; e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos.” Os. 6:3,6.

Meditação em áudio:

 

Pr. José Claudio Fonseca
E-mail: igreja@icecantodomar.com.br

O que ouvimos nos afeta

É interessante como o que ouvimos nos afeta, e o inimigo ou os inimigos sabem disto, temos nestes últimos dias tratado aqui sobre o que se ouve e o efeito que isto causa em nossas vidas. Uma frase que sempre ouvimos nos chega com prazer aos ouvidos, mas quando a frase em questão é dirigida a nós, bem ai é diferente o sentimento que temos. Quer um exemplo: veja esta frase “Ah! Ele(a) esta colhendo o que plantou”?

Não tem frase mais prazerosa quando dirigida aos outros, ou não tem frase mais chata e que provoca repulsas quando dirigida a nós não é mesmo? É verdade que não gostamos de ouvir, mesmo sabendo que é a mais pura verdade, no que diz respeito a nós ,preferimos maquiar os acontecimentos para que eles não pareçam uma colheita e sim fatalidades do acaso.

Bem, é assim que agimos, e só quando chegamos a um relacionamento mais transparente com Deus é que entendemos que é desta forma mesmo que as coisas acontecem. Ou seja para que se possa conceber esta verdade é necessário estar em plena comunhão com Deus no sentido mais profundo da palavra “comunhão”. É necessário entender quem somos de verdade, e todas as misérias que habitam o nosso interior.

Ontem o presbítero Átila nos trouxe uma Palavra muito implicante, o efeito das tentações na vida do homem, e como escapar delas. A tentação, segundo o irmão nos ensinou tem uma conotação de nos afastar da presença de Deus quando acedemos a ela, quando caímos nela, quando não conseguimos nos desvencilhar dela. Ao passo que se quando nos sentimos tentados nos debruçamos aos pés do Senhor buscando socorro, Ele, o Senhor, nos dá graça e nos livra da tentação. Então precisamos entender que quando caímos em tentação, quando cedemos aos seus apelos, tem custo, tem fruto, de colheita.

Não nos adianta maquiar nossas falhas e tentar amenizar os efeitos escudando-nos na fraqueza da carne como é nosso costume. Sim, a carne é fraca, mas e o espirito? O espírito que tem o Espirito Santo controlando ele, qual o papel do Espirito Santo em nosso coração senão nos convencer do pecado, da justiça e do juízo, e quando convencidos destas coisas, resistimos ao diabo, o mentor da tentação e ele sai de nossa presença, de nosso caminho. Quando estamos sempre colhendo frutos amargos do que plantamos não será porque alguma coisa está errada com o Espirito Santo dentro de nós! Pode ser que estejamos entristecendo Ele com nossas razões e justificativas humanas, pode ser que estejamos sufocando Ele com nossa resistência a Sua voz, ou ainda pode ser que por nossa teimosia estejamos extinguindo Ele de nossas vidas.

Tudo isto tem fruto a ser colhido! Nas Escrituras temos vários exemplos de pessoas que colheram o que plantaram, tanto colheitas boas como colheitas ruins. As boas nos servem para mostrar que vale a pena ser fiel, e que Deus jamais esquece alguém que é reverente ao Seu Nome! As ruins nos ensinam que fizemos uma escolha errada e que esta escolha tem um resultado, e que no resultado devemos aprender e não mais escolher de forma errada. Um grande erro que cometemos é achar que Deus em sua infinita misericórdia vai impedir que colhamos algo ruim pelo que semeamos, alguns até ensinam assim em suas pregações e estudos. Engano, e dos grandes, vemos que Adão, Sansão, Davi, e outros sempre contaram com a presença de Deus em suas vidas, até o momento em que estiveram de acordo com Ele, e com Suas ordenanças, quando deixaram de fazer isto, Deus não pôde se manter ao lado deles pois não pode ir contra a Sua Palavra.

O que dizer de Moisés, que em tudo agradou o Senhor, sempre encontramos no livro do Êxodo a frase: “e fez Moisés tudo de acordo como o Senhor lhe ordenou”, mas uma coisa ele não fez, e por esta coisa Deus permitiu apenas que ele visse a terra mas não permitiu que ele entrasse nela. Injustiça da parte de Deus? Não, soberania, Ele é Deus e faz como quer! Então, procuremos entender que quando estamos semeando coisas que contrariam Deus e Sua Palavra, Ele não pode nos socorrer nos resultados errados que colhemos, Ele apenas nos oferece a Sua graça para que possamos passar pela colheita, mas nos deixa colher cada fruto para que possamos aprender a ser mais prudentes naquilo que semeamos em nosso caminho. “Então veio o Espírito de Deus sobre Azarias, filho de Odede, que saiu ao encontro de Asa e lhe disse: Ouvi-me, Asa, e todo o Judá e Benjamim: O Senhor está convosco, enquanto vós estais com ele; se o buscardes, o achareis; mas se o deixardes, ele vos deixará.” 2ª Cron. 15:1,2.

 

Essa meditação está disponível em áudio:

 

Pr. José Claudio Fonseca
E-mail: igreja@icecantodomar.com.br

Tempos difíceis em nosso País

Você assim como eu, sabe que temos vivido tempos muitos difíceis em nosso País, a Nação brasileira está caminhando por um caminho escuro onde não vemos luz no fim do túnel.

Há uma expectativa de que nas próximas eleições alguma coisa mude., mas também há expectativa de que as coisas piorem ainda mais, Deus o sabe! Mudar como? Se infratores presos correm o risco de se elegerem, pode isto? Infratores soltos se candidatam e concorrem em pé de igualdade com quem não tem ainda em seu currículo resquícios de corrupção.

Corrupção, a palavra do momento, ela está presente em todos os Países do mundo, em todos os âmbitos da sociedade, em alguns ainda oculta, em outros escancarada como no caso do nosso País. Em alguns ela é tratada com leis rígidas que giram em torno de prisão perpétua e morte, brasileiros enchem suas redes sociais de exemplos assim, reclamando aos que veem, que curtam e compartilhem, eles querem as mesmas penas para corruptos, deviam pensar bem antes de incentivar tal proposta!

Devemos ter cuidado com estas postagens e exigências, pois primeiro devemos ver se não estamos incutidos em alguma forma de corrupção. Somos um povo engraçado, motivo de chacota e zombaria por parte de outras nações, se elas tem moral para isto não sei, mas independente de ter ou não, deveríamos olhar mais no espelho de nossa alma e fazer uma faxina em nossos comportamentos que depõem contra a moral e os bons costumes.

Muitos dos que enchem suas redes sociais de criticas ao governo corrupto de nosso País, constroem suas casas sem aval do poder público, sem planta aprovada, sem licença, invadem propriedades que não lhe pertencem e acham que tudo está bem! Oferecem dinheiro aos fiscais quando estes vem para verificar a legitimidade do projeto, quando não oferecem, são convidados pelos mesmos fiscais a dar uma soma de dinheiro para que estes façam vistas grossas diante do erro encontrado. Subornam policiais e são subornados por eles quando cometem alguma infração seja pessoal ou de trânsito. Burlam leis e impostos, mentem seus endereços para sorverem algum tipo de benefício que não tem. Criticam as autoridades do município por não manterem seus bairros em ordem, mas assim que elas providenciam o serviço, começam a encher as esquinas novamente de lixo e sujeira,

Quem é o corrupto mesmo? Onde começa a corrupção, você não acha que é uma incoerência um mentiroso dizer que não se deve mentir? Um ladrão contumaz dizer que não se deve roubar? Então é a mesma incoerência exigir honestidade das autoridades quando se está na mesma ou igual situação. Muda-se os artistas, mas a novela é a mesma!

Chega a ser engraçado ver estes rompantes de moral nas redes sociais por parte de pessoas que tem suas vidas cheias dos mesmos comportamentos e se não tem mais é porque não podem. Pessoas que se estivessem na condição de tais políticos fariam as mesmas coisas. Creio que aqui encaixa-se muito bem a doutrina ensinada por Jesus de que antes de tentar tirar o cisco no olho do vizinho, melhor retirar a viga em nosso próprio olho. Comportamento comum aos fariseus que viviam fustigando Jesus com seus rompantes de moralidade e comportamentos corretos, quando eles mesmos eram pegos burlando a própria lei que defendiam!

O problema de nosso País não está apenas lá no planalto central, está no coração de cada brasileiro, que por graça ainda muitos prezam pela honestidade e bons princípios, mas uma parcela preza pela malandragem e desonestidade tendo mau comportamento. Como sempre digo, este comportamento vindo de uma pessoa comum, aquela que diz conhecer Deus, é até compreensível, pois que valores tem o homem comum? Sua vida gira em torno de si mesmo, de seus próprios interesses, de seus próprios anseios. Para alcança-los ele não mede esforços., mente, rouba, trapaceia, ilude e por aí vai a lista de comportamentos nocivos.

Mas quando tais comportamentos se nomeiam por parte de um cristão, aí é preocupante, pois ele depõe contra o bom e santo nome do Senhor assim como desautoriza a Palavra de Deus. Onde fica o … se alguém está em Cristo é nova criatura? De 2ª Cor. 5:17 A coerência deve acompanhar a nossa vida, viver de acordo com o que já alcançamos é o conselho. Se agimos com incoerência não podemos apontar os incoerentes, se agimos com desonestidade como apontar os desonestos?

O grande perigo é que o tempo está passando, e nossa vida com ele, Jesus disse que se somos sal da terra e luz do mundo, temos um tempo para demonstrar isto, o tempo de nossa breve passagem por esta vida, e se não o fizermos, seremos cobrados com a perdição eterna pois sal que não salga e luz que não ilumina devem ser descartados, jogados no lixo! “Repara, pois, que a luz que há em ti não sejam trevas. Se, portanto, todo o teu corpo for luminoso, sem ter qualquer parte em trevas, será todo resplandecente como a candeia quando te ilumina em plena luz.” Luc. 11:35,36

Pr. José Claudio Fonseca
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